Com avanço das técnicas cirúrgicas, hoje já é possível realizar o Transplante do Endotélio da Córnea, que é indicado para pacientes portadores de alterações que envolvam somente as camadas posteriores (internas) da Córnea, Endotélio e Membrana de Descemet, sem comprometer outras camadas. Segundo o cirurgião Dr. Gustavo Bonfadini esse procedimento permite corrigir especificamente só a área afetada, preservando-se o restante da córnea saudável. Nesta técnica, apenas a camada endotelial alterada da córnea é substituída por tecido doador saudável, sem a necessidade de cortes na superfície ou pontos. Nos casos em que é indicada, essa técnica proporciona um resultado refrativo e visual mais rápido e melhor, se comparado com o Transplante de Córnea convencional, também chamados Transplante Penetrantes.

“As células endoteliais, são responsáveis por manter a córnea transparente, e podem ser afetadas por uma série de doenças que fazem a córnea perder a transparência e, com isso à perda de visão. Recomenda-se este tipo de Transplante especialmente para a Córnea Guttata ou Distrofia de Fuchs, e a Ceratoplastia Bolhosa.

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Houve uma evolução e revolução nas técnicas dos Transplantes de Córnea, principalmente nos últimos anos. Na técnica tradicional de Transplante de Córnea, existem diversas limitações como: necessidade de muitos pontos cirúrgicos (16 a 24 pontos), alterações na superfície ocular, alto índice de rejeição e glaucoma secundário. O resultado do grau do olho no pós-operatório também é muito impreciso, fazendo com que surjam quantidades imprevisíveis de astigmatismo na córnea. Além disso, a recuperação visual no Transplante Penetrante é muito lenta, podendo durar vários meses, e as cicatrizes são suscetíveis à ruptura por trauma A boa noticia é que atualmente é possível substituir apenas a camada interna da córnea que está doente, realizando um transplante seletivo de células apenas.

Dr. Gustavo Bonfadini relata que há uma nova era no Transplante de Córnea, e que com estas mudanças de técnicas cirúrgicas estão representadas pela tendência mundial de substituir apenas a parte doente da córnea, preservando as estruturas sadias da córnea do paciente.

Se você teve um diagnóstico de alguma doença e a indicação de um transplante de Córnea, não se assuste, pois o Transplante de Córnea evoluiu bastante na última década. O advento dos transplantes lamelares trouxe mais seletividade ao tratamento, aumentando a segurança do procedimento, melhorando os resultados e diminuindo as complicações.

O Dr. Gustavo Bonfadini esclarece algumas dúvidas sobre a cirurgia de Transplante Endotelial de Córnea:

 

Transplante do Endotélio da Córnea

  1. O que é o Transplante de Córnea?

O Transplante de Córnea é o tipo de transplante mais realizado no mundo e o que demonstra os melhores resultados e o de maior sucesso. No Transplante de Córnea ocorre a substituição da Córnea (doente) de um paciente por uma Córnea saudável (doador), a fim de melhorar a visão (Transplante com finalidade óptica) ou corrigir perfurações oculares (Transplante Tectônico).

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  1. O que é a Córnea?
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A Córnea é o tecido transparente que fica na parte mais externa do olho. Para entender melhor, podemos comparar a Córnea com o vidro de um relógio. Portanto  imagine um relógio com o vidro arranhado. Mesmo que o relógio esteja funcionando, não vai ser possível ver as horas. É igual à Córnea: caso ela esteja “embaçada ou  arranhada”, mesmo que o resto do olho esteja saudável, a visão ainda será ruim. Os Transplantes de Córnea permitem que pessoas com alguma deficiência visual por problemas de córnea recuperem a visão.

  1. Qual é a função da Córnea?

A Córnea é responsável pela proteção dos olhos, funcionando como barreira para agentes externos. Possui a importância de transmitir luz para estruturas internas do olho, também chamada de Refração: atuando sobre o assim chamado grau do olho. A refração, isto é, o grau dos óculos, depende da curvatura da córnea. É por esse motivo que, quando a curvatura da córnea possui alterações, causando miopia, hipermetropia, presbiopia ou astigmatismo, chamamos de erros de refração.

 

Conheça as 6 camadas da Córnea

 

  1. Epitélio: é a camada mais externa e superficial, sua espessura é de 10% da córnea e possui grande capacidade de regeneração e é responsável por selecionar a entrada e saída de fluidos, protegendo os olhos. Por ter diversas terminações nervosas, é também uma das áreas mais sensíveis do corpo humano.
  2. Membrana de Bowman: é composta por fibras de colágeno, é bastante resistente a traumas e reforça a estrutura da córnea, além de ajudar a bloquear a entrada de microrganismos. Esta camada não se regenera caso sofra lesão.
  3. Estroma: é conhecido como tecido conectivo, é a camada que serve de sustentação e mais espessa, ocupando cerca de 90% da espessura total da córnea.
  4. Membrana Pré-Descemet (Dua): Esta camada foi recentemente descrita em artigo científico. Está situada entre o Estroma da Córnea e a Membrana de Descemet, tem apenas 15µ (micrometros) de espessura e tem como característica ser muito resistente.
  5. Membrana de Descemet: camada posterior, que reveste a superfície da camada Pré-Descemet (Dua) e as Células do Endotélio da córnea. Esta membrana aumenta de espessura com a idade. Sabe-se que na presença de Distrofia de Fuchs e Córnea Guttata a Membrana de Descemet fica ainda mais espessa prejudicando a qualidade e quantidade de visual.
  6. Endotélio (Células Endoteliais): camada mais interna, atua na hidratação da córnea e na manutenção da transparência. As células do Endotélio da córnea não se regeneram e têm um ritmo de perda de acordo com a idade e indivíduo. A perda de células endoteliais acentua-se em algumas doenças da córnea e olho (infecção, glaucoma, inflamação), com o uso de lentes de contato, cirurgias oculares ou traumatismos. Estas células são responsáveis pelo metabolismo, mantendo o estado natural de desidratação e transparência da córnea.

A função fisiológica primária do Endotélio é de permitir a entrada do humor aquoso – o líquido que preenche a câmara anterior do olho – com nutrientes para o Estroma da córnea e depois bombear a água para fora do estroma.

A manutenção da córnea no estado de relativa desidratação – fenômeno denominado de deturgescência – permite a transparência da córnea, requisito fundamental para nitidez da visão. O Endotélio secreta a matriz de colágeno que forma a Membrana de Descemet.

Com a redução do número de Células Endoteliais, ocorre aumento de líquido e inchaço (edema) da córnea, causando o esfumaçamento da córnea e a piora da visão. Em casos extremos de acentuada redução da quantidade de células endoteliais, indica-se transplante de córnea para restituí-las. Além da quantificação das células endoteliais, a microscopia especular analisa sua morfologia.

Se a córnea não fosse desidratada, não seria transparente, ou seja, quando há grande perda das células Endoteliais como na Distrofia de Fuchs, Córnea Gutata e Ceratopatia Bolhosa Dolorosa, a córnea passa a ter uma espessura maior, início de opacificação da corneana e perda visual.

Segundo o Dr. Gustavo Bonfadini, especialista no tratamento clinico e cirúrgico da Distrofia de Fuchs (Córnea Guttata), quando a doença já está em fases avançadas é possível perceber as alterações da córnea no simples exame do oftalmologista. Porém em fases iniciais e para fazer o diagnóstico definitivo um exame é fundamental, a microscopia especular de córnea.

 

A microscopia especular de córnea avalia a forma, tamanho e quantidade de células do Endotélio da córnea, mostrando claramente as alterações da Distrofia de Fuchs.

A paquimetria ultrassônica de córnea avalia a espessura da córnea, verificando se existe edema corneano.

A microscopia especular de córnea e paquimetria ultrassônica de córnea são importantes para acompanhar a progressão da Distrofia de Fuchs e na rotina pré-operatória de Cirurgia de Catarata por exemplo. Nesses exames, o médico oftalmologista pode ver e documentar as alterações típicas dessa doença, que são as excrescências do Endotélio chamadas de Guttata.

Com a deterioração da função endotelial, a espessura da córnea aumenta e a visão piora. É importante lembrar que a Córnea Guttata por si só não é sinônimo da Distrofia de Fuchs. A Córnea Guttata ocorre também com a idade, trauma ocular, inflamação ocular e glaucoma.

 

Como é o tratamento da Distrofia de Fuchs (Córnea Guttata) ?

  1. Quais os tipos de Transplante de Córnea?

De forma didática podemos explicar que basicamente existem três tipos de Transplantes de Córnea, sendo eles:

1)  Transplante de Córnea Penetrante: técnica tradicional no qual todas as camadas da córnea são substituídas;

2) Transplante de Córnea Lamelar Anterior: as camadas externas da córnea são substituídas (indica-se por exemplo em casos avançados da doença Ceratocone);

3) Transplante de Córnea Lamelar Posterior, também conhecida como Transplante Endotelial de Córnea (DSAEK e DMEK): Nestas técnicas a camada interna da córnea é substituída. (indica-se por exemplo em casos avançados da doença: Córnea Guttata ou Distrofia de Fuchs, e a Ceratoplastia Bolhosa)

Veja a seguir um diagrama mostrando o tecido do doador para dois tipos de transplantes: Transplante Penetrante (técnica tradicional), e Transplante Endotelial de Córnea: DSAEK, e DMEK.

A sigla DSAEK do inglês Descemet Stripping Automated Endothelial Keratoplasty e a sigla DMEK do inglês Descemet Membrane Endothelial Keratoplasty, representam as duas técnicas mais modernas de Transplante de Endotélio sem sutura (pontos cirúrgicos) atualmente.

 

Modelo esquemático das técnicas cirúrgicas:

Transplante Penetrante (TODA córnea é substituída)

Vs.

Transplante Endotelial de Córnea (APENAS a camada doente, Endotélio é substituído):

Segundo o responsável técnico pelo Banco de Olhos do Estado do Rio de Janeiro, Dr.Gustavo Bonfadini, o tratamento no estágio inicial da Distrofia de Fuchs é feito com uso de colírios prescritos para reduzir o desconforto, dor e o edema na córnea, e o tratamento definitivo para a Distrofia de Fuchs é o Transplante da Córnea, e preferencialmente a técnica mais moderna de Transplante de Endotélio da Córnea (DSAEK ou DMEK). Esta técnica cirúrgica permite rápida recuperação visual com uma taxa de sucesso maior quando comparada a técnica tradicional de Transplante de Córnea (Transplante Penetrante).

Modelo esquemático das técnicas de Transplante Penetrante (COM pontos cirúrgicos)

Vs.

Transplante Endotelial de Córnea (SEMpontos cirúrgicos):

Infelizmente em casos avançados da Distrofia de Fuchs (Córnea Guttata), onde a córnea já possui cicatrizes no Estroma, a técnica cirúrgica a ser indicada é o Transplante Penetrante de Córnea, o que faz com que a recuperação seja lenta e a visão do paciente não seja tão boa quanto na técnica de Transplante Seletivo (Transplante de células), o Transplante Endotelial.

  1. O que é o Transplante Endotelial de Córnea?

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Esta técnica cirúrgica indicada para pacientes com patologias que afetam somente a camada mais interna (Endotélio) da Córnea e é responsável por manter a Córnea transparente. O Transplante Endotelial de Córnea é uma técnica cirúrgica, no qual substitui-se apenas a camada interna da córnea doente por outra camada saudável. O diferencial é que nesta técnica não é trocada a córnea por inteiro, apenas a parte interna e, portanto, apresenta um tempo de recuperação muito melhor que o transplante tradicional. É confeccionada uma lamela na profundidade 80-90% (DSAEK) ou retirando da córnea doadora apenas a membrana de Descemet e Endotélio (DMEK). Em ambos os casos a córnea é colocada no olho através de uma incisão mínima e dispensando a necessidade de suturas (pontos cirúrgicos).

Modelo esquemático das técnicas de Transplante Endotelial de Córnea (DSAEK e DMEK):

 

 

Nosso grupo publicou o estudo: “Simple, Inexpensive, and Effective Injector for Descemet Membrane Endothelial Keratoplasty (DMEK). Cornea. 2014 Jun;33(6):649-52.”, em revista médica da Sociedade Americana de Córnea. Neste estudo, o Dr. Gustavo Bonfadini demostrou a eficácia e a melhoria da visão de pacientes submetidos ao Transplante Endotelial de Córnea do tipo DMEK.

Veja o vídeo demonstrando a técnica de DMEK: http://youtu.be/P8QkBYMQUTs

Link para download deste artigo cientifico:   Transplante Endotelial Córnea – DMEK:

Em recente estudo: “Clinical Outcomes Of Descemet Membrane Endothelial Keratoplasty Using The Bonfadini-Todd Injector For Graft Insertionrealizado pela Universidade Johns Hopkins, a técnica modificada de Transplante Endotelial (DMEK) relatada por Dr.Gustavo Bonfadini foi analisada e demonstrada sua eficácia e a melhoria da visão de pacientes submetidos ao Transplante Endotelial de Córnea.

Link para download deste artigo cientifico: Injetor Bonfadini no Transplante Endotelial Córnea (DMEK):

  1. Qual o tempo de recuperação de um transplante de córnea?

No Transplante tradicional de córnea (Transplante Penetrante), o astigmatismo corneano médio após a cirurgia é alto e a recuperação leva meses. Na técnica “antiga” (Transplante Penetrante), a retirada dos pontos é gradual e tem o seu início 3 a 6 meses após a cirurgia, dependendo do número de pontos cirúrgicos, geralmente  entre 16-24 pontos.

No Transplante Endotelial de Córnea (DSAEK e DMEK), o objetivo principal é evitar a remoção total da córnea, desta forma atuando como um transplante seletivo, apenas com as células do Endotélio da Córnea, trocando apenas a parte interna (camada do Endotélio e Camada de Descemet) que estão comprometidas em doenças como Distrofia de Fuchs, Ceratopatia Bolhosa e Edema de Córnea.

Algumas semanas após o Transplante de Endotélio da Córnea o paciente já retorna as suas atividades de trabalho e tem sua visão e qualidade de vida restauradas.

 

Normalmente as células do endotélio humano não proliferam em meio ambiente vivo. Devido a esta falta de capacidade proliferativa, o tratamento mais comumente preconizado nos casos de disfunção endotelial com perda de transparência da córnea é a Ceratoplastia Penetrante, também conhecido como Transplante Penetrante de Córnea. Esta técnica, realizada com o olho aberto, tem como desvantagem maior risco de complicação intraoperatória, maior chance de rejeição ou infecção e pode induzir muito astigmatismo comprometendo a qualidade da visão após o Transplante Penetrante de Córnea.

A principal vantagem desta nova técnica de Transplante de Endotélio da Córnea está no tempo de recuperação visual, que é muito mais rápido quando comparado ao Transplante Penetrante de Córnea, em torno de 6-12 meses e no DSAEK e DMEK apenas 1-3 meses.

Como a técnica de Transplante Endotelial de Córnea deixa uma interface melhor entre córnea do paciente e a córnea doadora, verificamos uma melhora significativa dos resultados visuais, tornando-se assim o método preferido no tratamento para a Distrofia de Córnea – Fuchs e Ceratopatia Bolhosa após cirurgia de Catarata.

Na verdade, não é recomendado o Transplante Penetrante de Córnea padrão para a disfunção endotelial a menos que tenham muitas cicatrizes no estroma (opacidades na Córnea) ou outras contra-indicações de outras doenças oculares prévias.

Dr. Gustavo Bonfadini demostrou em outra importante publicação cientifica: “Optimization of Intraocular Lens Constant Improves Refractive Outcomes in Combined Endothelial Keratoplasty and Cataract Surgery, na revista médica da Academia Americana de Oftalmologia (AAO – Ophthalmology). Neste estudo, o Dr. Gustavo Bonfadini descreveu a melhoria dos resultados refrativos de pacientes submetidos à Cirurgia de Catarata na mesma cirurgia do Transplante Endotelial de Córnea (DSAEK) em pacientes portadores de Distrofia Endotelial de Fuchs.

Link para download deste artigo cientifico: Catarata e Transplante Endotelial Córnea:

Dr. Gustavo Bonfadini possui ampla experiência no diagnóstico, tratamento clínico, e cirúrgico da Distrofia de Fuchs e das mais modernas técnicas de transplante de córnea. Após, especializar-se em cirurgia de catarata e transplante de córnea na Universidade Federal do Paraná em 2010, finalizou a especialização em cirurgia de córnea na consagrada Universidade Johns Hopkins (Estados Unidos da América). Desde 2012 realiza constantemente a técnica de transplante endotelial (DSAEK e DMEK, onde é feita a substituição apenas da parte mais nobre e interna da córnea, o endotélio). Segundo Dr. Gustavo Bonfadini esse procedimento permite corrigir só a área afetada, preservando-se o tecido sadio. “As células endoteliais, são responsáveis por manter a córnea transparente, e podem ser afetadas por uma série de patologias que fazem a córnea perder a transparência e, com isso levam à perda de visão. Recomenda-se este tipo de transplante especialmente para a Distrofia de Fuchs – doença mais comum do que se imagina – ou a Ceratoplastia Bolhosa, uma possível complicação pós-cirurgia oftalmológica.

“O objetivo do transplante não é somente o de ter uma córnea transparente, mas aliar isso a um paciente que vive melhor e mais feliz” afirma o oftalmologista Dr. Gustavo Bonfadini.

DEPOIMENTOS: 

Depoimento de paciente submetido a transplante de córnea: Cilber Santos recomenda Dr.Gustavo Bonfadini: “Profissional com nível de excelência profissional máximo. Responsável direto por hoje eu estar aqui digitando estas palavras. Sou um bi transplantado de córneas que obteve sucesso total nos resultados pós transplantes. Dr.Gustavo Bonfadini agradecimento total por toda minha existência. Além de todo respaldo profissional, existe nele um ser humano fantástico e singular nos dias de hoje. Forte abraço meu amigo e que Deus o guie e guarde sempre.”

Veja reportagem mostrando a experiência de superação do Sr.Cilber Santos:

Sonia Malta 

– Quero registrar o meu profundo agradecimento para o Dr. Gustavo, primeiro por não estar cega e depois por toda atenção, assistência e total profissionalismo, fui a vários, mas ele faz o diferencial!! Muito obrigada por tudo!!!”

Rosa Maria

– Quero deixar meu agradecimento e profunda admiração pelo Dr. Gustavo e toda sua equipe. Além de profissionais altamente competentes e gabaritados são seres humanos incríveis. Minha mãe chegou ao seu consultório com a córnea em péssimo estado, e com o atendimento tão atencioso e minucioso dele, ficamos confiantes no transplante de córnea. Ela se submeteu ao transplante e em poucos dias a melhora já é visível. Que trabalho maravilhoso! Obrigada Dr. Gustavo por ser um profissional exemplar e humano, o que fez toda a diferença na autoestima dela. Que Deus o recompense!”

Cida Godoy

– RECONHECIMENTO: Tudo começou em junho de 2016, quando não consegui a renovação da minha CNH, porque fui reprovada no exame de vista. Inconformada procurei ajuda médica, quando fui surpreendida ao saber que tinha Distrofia de Fuchs, precisando assim, de cirurgia, no caso, de um transplante de córnea pela Técnica de Transplante Endotelial. Sendo leiga no assunto, procurei um profissional que pudesse esclarecer-me a fundo, tudo sobre a minha enfermidade. E assim foi.

Ao tomar ciência dos passos a serem seguidos, através do Dr. Gustavo Bonfadini, decidi preparar-me para a execução dos procedimentos necessários para a recuperação da minha visão. Em 2017, me submeti ao Transplante no olho direito, tendo obedecido o tempo de recuperação necessário.

Passado esse tempo, em 2018, aconteceu o Transplante no olho esquerdo. Mais uma vez, obediência ao tempo de recuperação, que tem que ser cumprido.

A expectativa foi muito grande, mas a esperança, sempre contribuiu para tão esperada vitória.

Hoje, estou com a minha CNH em mãos, pois consegui realizar com êxito, a prova de visão exigida pelo Detran.

Agradeço a Deus, ao Dr. Gustavo Bonfadini e a todos que participaram comigo, dessa grande luta.”

Andrea Alves

– Dr.Gustavo Bonfadini excelente médico atencioso obrigada por tudo no meu transplante de córnea.”

Lucio Carpio

– Minha Mãe de 78 anos foi consultada pelo Dr. Gustavo Bonfadini (profissional de alto gabarito), fez inicialmente a cirurgia de catarata e depois fez Transplante Endotelial de Córnea, até a presente data minha mãe está em franca recuperação. Voltou a visão do olho esquerdo. Fomos muito bem atendidos pelo Dr. Gustavo Bonfadini.”

Rosa Maria Cruz

– Parabenizo o Dr. Gustavo Bonfadini pelo profissionalismo e competência na situação que vivenciei.

Em todos os momentos demonstrou uma capacidade extrema e muita confiança, conseguindo um êxito total. Obrigada por tudo! Que Deus o abençoe sempre!”

Aglaé Dias

– Dr.Gustavo, parabéns por sua competência e amor ao próximo, requisitos esses que são fundamentais em qualquer profissão. Sua equipe também está de parabéns. Deus e Santa Luzia continuem abençoando sua caminhada.”

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Lembre-se: Este artigo visa informar o público e não substitui avaliação por médico oftalmologista, que é o único profissional capacitado para realizar o diagnóstico preciso e indicar o tratamento mais adequado para cada caso. Portanto, não pratique a auto-medicação e procure sempre o seu médico

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